Todos nós gostamos de tecnologia, e por isso mesmo, de saber que novidades estão a caminho no ecossistema Android, que é onde a tecnologia de ponta aparece primeiro. Mas… O volume de negócios da Apple é um quase absurdo.
O iPhone movimenta milhões todos os anos, não é brincadeira nenhuma. Basta olhar para a China, que curiosamente até é o mercado onde há mais (e melhores) novidades Android. Afinal, no mais recente duelo de titãs, a gama iPhone 17 cilindrou por completo a concorrência direta ao vender seis vezes mais unidades do que a linha Xiaomi 17.
Achavas que a Apple andava tremida no mercado Chinês? Estavas muito enganado.
iPhone vende que nem pãezinhos quentes em todo o lado.
Vamos aos números que explicam esta loucura.
Ou seja, entre o final de setembro do ano passado e o final de maio deste ano, a série Xiaomi 17 conseguiu colocar no mercado chinês cerca de 5 milhões de unidades. Até pode parecer um número simpático, mas quando olhamos para o lado, a história muda de figura. A Huawei, com a sua linha Mate 80, conquistou o primeiro lugar entre as marcas nacionais ao cravar quase 6,5 milhões de aparelhos vendidos. E claro, o verdadeiro monstro foi a gama iPhone 17, capaz de movimentar 32 milhões de undiades no continente.
Qual é a explicação?
IMAGEM
Há uma explicação técnica por trás desta quebra das marcas chinesas e que está a afetar o mercado como um todo. O preço dos chips de memória RAM e armazenamento disparou para valores absurdos.
Assim, para tentar mitigar este sufoco financeiro, a Xiaomi mudou de estratégia e empurrou os consumidores para os modelos mais caros (como o Pro, Ultra ou a nova gama Max). Isto além de ter lançado a linha 17T para tentar salvar os números nos mercados internacionais. No entanto, o tiro parece ter saído um bocadinho pela culatra.
A Huawei conseguiu contornar o problema ao apoiar-se numa cadeia de distribuição puramente doméstica e em subsídios estatais focados nas celebrações do Ano Novo Lunar.
Mas quem colheu os melhores frutos foi mesmo a Apple. Com uma capacidade brutal de gestão de stock que lhe permite absorver o aumento de custos sem pestanejar, a maçã continua a crescer ao ritmo alucinante de 1 milhão de iPhones vendidos por semana na China. Os descontos agressivos na região (que não existem por cá) e o posicionamento de luxo continuam a ser uma fórmula imbatível.
Em suma, no final do dia, o público chinês continua a preferir pagar o extra pelo selo de Cupertino, deixando a concorrência a fazer contas à vida.





