Apesar de achar que ainda estamos muito longe daquilo que vai ser a IA a sério, a realidade é que a tecnologia já não é novidade para ninguém. É utilizada por profissionais, casuais, e de facto, hoje em dia, já há quem prefira ir a um chatbot pesquisar, como é o caso do ChatGPT, em vez de ir ao velho Google.
Aliás, a própria Google mete resultados IA no topo do seu motor de pesquisa para não ficar para trás, mesmo que isto lhe custe dinheiro (e pode ter a certeza que custa).
Dito tudo isto, se a IA é importante para todos… Porque não haveria também de ser importante para quem trabalha em ambientes bastante mais exigentes? Pois bem, é exatamente por isso que a Getac anda a desenvolver produtos para condições de utilização extremas.
IA também é necessária nos ambientes mais exigentes? A Getac diz que sim
Portanto, a inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta para o escritório ou para tarefas criativas. A verdade é que também começa a ser indispensável nos ambientes mais exigentes, onde a fiabilidade e a robustez são fatores críticos. É exatamente aqui que entra a nova aposta da Getac, que acaba de anunciar dois equipamentos de campo: o portátil V120 e o tablet F120.
O F120 chega com um marco importante!
Estamos a falar do primeiro Copilot+ PC totalmente robusto do mundo em formato tablet, criado para aproveitar o poder da IA e transformar fluxos de trabalho no terreno. A ideia é simples! Aumentar a eficiência operacional mesmo em cenários de uso extremos, como defesa, fábricas, serviços públicos ou forças de segurança.
Já o V120 é a evolução natural do V110, um modelo que provou o seu valor durante anos de utilização real. Uma máquina que agora recebe um conjunto de melhorias significativas, mantendo a flexibilidade de formato e a capacidade de adaptação a várias operações de campo.
Ambos foram desenvolvidos para responder às exigências de quem trabalha em ambientes onde nada pode falhar. São resistentes, têm ecrãs maiores e especificações atualizadas, mas acima de tudo trazem o suporte para IA que começa a ser essencial até nas tarefas mais críticas.
A Getac percebeu que a robustez já não basta, é preciso aliar inteligência à resistência. Dito isto, se a IA já é importante em todo o lado… Qual é o próximo passo?






