Um engenheiro criou um sistema laser com IA que desintegrou todos os mosquitos que tinha em casa! Mudou o jogo para ele sem dúvida alguma.
Se há coisa que consegue tirar qualquer pessoa do sério nas noites quentes de verão é o zumbido irritante de um mosquito no quarto. Até pode ser apenas e só um. Mas é o mosquito mais chato à face da terra.
Dito tudo isto, enquanto a maioria de nós se limita a dar palmadas nas paredes ou a ligar tomadas de pastilhas químicas, um especialista em visão por computador decidiu resolver o problema à homem. Sem limitações!
Ou seja, Steven Cheng, engenheiro de robótica, transformou o maior pesadelo doméstico num desafio tecnológico e construiu uma arma de defesa autónoma caseira que caça e abate melgas com um raio laser de alta precisão.
Corpo coberto de picadas? Sim, e logo a seguir uma placa gráfica a ferver para treinar a IA!
Spent 4 months building the ultimate mosquito killer: an artillery cannon guided by computer vision + deep learning.
Trained a custom model to detect and lock onto mosquitoes using a DSLR + zoom lens setup.
The dataset collection phase was brutal — the mosquitoes definitely… pic.twitter.com/jqfgz0eq9l
— Steven Cheng (@stevencheng) May 28, 2026
Isto não foi só ir ao ChatGPT pedir ajuda.
Ou seja, para colocar o “exterminador implacável” a funcionar, o engenheiro teve de passar por um autêntico calvário. O cérebro do sistema assenta num modelo de deep learning que precisava de ser treinado para reconhecer mosquitos em pleno voo.
Dito isto, para criar a base de dados, Cheng usou uma câmara DSLR para fotografar os insetos em detalhe. O preço a pagar por este desenvolvimento científico? O engenheiro confessou que acabou o processo com o corpo totalmente coberto de picadas. De facto, os génios também sofrem.
Entretanto, depois de recolher as imagens, foi a vez de meter a placa gráfica do computador a derreter para processar e anotar os dados. Cheng revelou que o treino do algoritmo puxou ao limite absoluto pelo hardware gráfico, mas o resultado final valeu a pena. Afinal, a IA ficou tão inteligente que consegue detetar e isolar perfeitamente um mosquito em movimento, separando-o de qualquer ruído visual ou texturas do fundo da sala.
Depois veio o laser!
Com o sistema de deteção afinado, o engenheiro passou para a parte mais divertida (e agressiva) do projeto: o contra-ataque.
Cheng montou um laser calibrado para, segundo as suas próprias palavras, “transformar instantaneamente os mosquitos em assados”. Este laser foi acoplado a uma plataforma rotativa industrial de alta precisão que se move a uma grande velocidade. Vale a pena salientar que o circuito funciona em loop fechado: a câmara deteta o inseto, a IA confirma o alvo e o braço mecânico aponta e dispara em tempo real, caçando ativamente a ameaça em vez de ficar à espera que ela pouse.
Como estamos a falar de um raio laser potente a disparar sozinho pela casa, o engenheiro teve de criar uma barreira de segurança crucial para evitar tragédias ao longo de 2026.
Para evitar que a máquina cegasse alguém ou pegasse fogo aos cortinados da sala, foi adicionada uma segunda câmara de ângulo aberto dedicada à segurança. Assim, se o sistema detetar uma pessoa, um animal de estimação ou qualquer material inflamável na linha de tiro do mosquito, o laser é desativado imediatamente. Nos testes reais dentro de portas, o engenheiro garantiu que bastou uma única noite de funcionamento para limpar por completo a casa de todas as melgas.
Entretanto, como seria de esperar, o projeto é puramente experimental, mas prova que com o hardware doméstico e as ferramentas de robótica certas que temos disponíveis em 2026, qualquer geek com paciência consegue criar sistemas de defesa militarizados na própria sala de estar.
Queres isto em casa? Eu queria.



