(Especial) Processadores maiores = mais performance? Ou não?

AMD Ryzen, CPU, Processador

Normalmente, o aumento de desempenho dos vários tipos de chips que dão vida aos nossos aparelhos eletrónicos, está associado à miniaturização dos processos de produção. Por exemplo, a Intel está mais ou menos ‘presa’ nos 14nm desde de 2015, e por isso, perdeu muita da sua competitividade face à sua rival AMD, que entretanto já anda nos 7nm, com planos para entrar nos 5nm dentro de em breve.

Dito isto, não faria sentido para a Intel apostar em processadores maiores? Para compensar a falta de performance e inovação relativamente ao que a AMD anda a fazer? Não!



(Especial) Processadores maiores = mais performance? Ou não?

Portanto, muito resumidamente, maior significa mais lento! Quanto mais próximos estiverem os transístores, menos tempo um sinal irá precisar de forma a passar de um para o outro.

Ou seja, processadores fisicamente maiores, podem significar um aumento significativo no tempo que um sinal precisa para percorrer o chip, por isso, o processador pode não conseguir chegar às velocidades esperadas. É exatamente por isto que as gigantes da indústria estão constantemente numa perseguição a processos mais avançados, mais vantajosos, e claro, mais pequenos.

Além de tudo isto, temos de ter em conta que é incrivelmente caro produzir um “wafer”, por isso, quanto maior for o processador, menos chips é possível retirar da “bolacha”. Ou seja, o custo de produção é muito maior.


(Especial) Qual foi o primeiro processador a chegar aos 4GHz?

Hoje em dia, quando escolhemos um processador, temos de ter muita coisa em consideração! Estamos obviamente a falar do número de núcleos de processamento, o número de threads, a sua arquitetura base, o suporte a tecnologias inovadoras como o PCIe 4.0, e claro, a frequência! Não só a sua frequência base como também a frequência ‘boost’.

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