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Dying Light: The Beast (Análise PC)

Dying Light: The Beast (Análise PC)

Gonçalo Henriques por Gonçalo Henriques
25 de Setembro, 2025
em Jogos, Reviews
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Bem vindo de volta a Dying Light, um dos principais causadores de pânico inconsciente nos gamers quando veem um pôr do sol! Três anos após o lançamento de Dying Light 2, chega-nos a muito antecipada sequela, Dying Light: The Beast.

Será que a Techland conseguiu capturar a essência dos dois primeiros jogos e inovar o suficiente para justificar esta sequela?

Vamos descobrir com esta análise.

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História

Seguindo os passos de Dying Light 2 Stay Human, The Beast passa-se na Europa (desta vez numa zona montanhosa, possivelmente na Alemanha) e tem Kyle Crane de volta como protagonista.

Assim, após ter sido infetado e posteriormente capturado, Kyle é torturado durante mais de uma década, servindo de cobaia para uma corporação farmacêutica sem escrúpulos que sobreviveu ao Apocalipse.

Dito isto, o seu lider, o Barão, tinha como objetivo usar a aparente imunidade de Kyle para evoluir o vírus, usando o mesmo para dominar o que resta do mundo. No entanto, após inumeras experiências desumanas e anos de tortura, algo despertou dentro de Kyle, algo sombrio e poderoso.

Após conseguir fugir com a ajuda de rebeldes (e um “acidente” de laboratório), chegou a hora de nos vingarmos do Barão.

Curiosamente, se esta premissa lhe parece familiar, provavelmente jogou Jak II (até o vilão é um Barão).

Jogabilidade

Se já teve a oportunidade de jogar os primeiros dois Dying Light, sabe exatamente o que esperar de The Beast.

Com isto quero dizer que a base a nível de gameplay está toda lá, desde o parkour à utilização de todo o tipo de objetos comuns como armas. Incluindo claro a opção de juntar esses mesmos objetos a modificações para criar combinações letais para aniquilar os infetados.

Para quem é novo a este franchise, Dying Light é conhecido por ser um jogo de zombies em first person de mundo aberto.

O twist que apresenta em relação à concorrência (Dead Island é o mais parecido) é o sistema de parkour que nos permite atravessar o mundo de uma forma muito mais fluida e divertida, assim como o conceito dos infetados se tornarem muito mais numerosos e perigosos durante a noite.

Está na hora então de falarmos dobre a grande novidades deste título, o Beast Mode.

Graças às experiências realizadas pelo Barão a Kyle, este ganhou a habilidade de libertar o seu lado infetado e devastar hordas de inimigos usando as suas próprias mãos. Inicialmente não temos controlo sobre esta habilidade, é algo que acontece quando o nível de stress do Kyle dispara e ele se encontra com as costas contra a parede.

Felizmente à medida que matamos infetados especiais, vamos fortalecendo o nosso lado Beast ao ponto de do conseguirmos controlar.

Gráficos

No que toca aos gráficos, as notícias são um pouco dececionantes.

Com isto não quero dizer que o jogo é fraco visualmente, apenas que quando prestamos atenção principalmente às animações (especialmente dos humanos e infetados básicos) e às texturas, posso dizer que não se nota uma melhoria que justifique mais de 3 anos entre The Beast e Stay Human.

Mas passando agora para uns pontos mais positivos, posso dizer que os developers acertaram em cheio no que toca às cores que utilizaram para trazer Castor Woods à vida.

As cores vibrantes das árvores e das montanhas durante o dia, ajudam a acentuar ainda mais o pânico e o inferno em que o mundo se torna ao cair da noite.

Apesar de algumas animações serem um pouco rígidas, é de salientar que os infetados em si são extremamente detalhados, o que ajuda tanto no terror como na satisfação de os matar.

Performance

É com gosto que digo: temos um lançamento moderno estável!

Este entusiasmo vem do facto de ser raro um jogo hoje em dia ser lançado em condições minimamente aceitáveis, especialmente no PC.

Posso dizer que durante as minhas sessões de jogo não tive um único crash nem quedas estranhas de estabilidade.

Isto também se deve ao facto da DLSS e FSR estarem muito bem implementados. Permitindo jogar em 2K/Ultra sempre acima dos 100 FPS em modo Balanced.

Conclusão

Posso concluir ao dizer que, apesar de Dying Light The Beast não reinventar a roda, é uma boa terceira entrada neste franchise. É certo que grande parte do gameplay se mantém idêntico. Porém, a adição da transformação Beast e o mapa de Castor Woods, ajudam a inovar um pouco a experiência.

Por isso, se gosta do loop de gameplay dos dois primeiros jogos e quer estar novamente no controlo de Kyle Crane. (Agora um híbrido quase imparável). Posso recomendar The Beast.

Entretanto, se por outro lado está um pouco farto desta fórmula e queria um salto inovador nesta sequela, talvez seja melhor aguardar um pouco.

Antes de mais nada, partilha connosco a tua opinião na caixa de comentários em baixo.

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Gonçalo Henriques

Gonçalo Henriques

Lembro-me de ser miúdo e passar os meus dias a jogar NES/PS1, acho que até aí já sabia que iria ser gamer para o resto da vida. Agora quero partilhar este meu interesse com todos os que estejam interessados em ouvir um geek a falar da sua paixão.

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