Depois disto todos vão querer ter uma Xiaomi Mi Band 4!


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Amanhã, a Xiaomi vai anunciar a 4ª geração da sua smartband. Dito isto, a Xiaomi Mi Band 4 vai contar com um novo ecrã colorido, uma bateria de maiores dimensões e, eventualmente, novas funcionalidades de acompanhamento de fitness. Agora e antes do  lançamento de amanhã, as imagens oficiais deste equipamento foram publicadas online.

Depois disto todos vão querer ter uma Xiaomi Mi Band 4!

As imagens foram partilhadas no Twitter por Alvin Tse, responsável da marca POCO da Xiaomi. De acordo com as fotos, a Mi Band 4 estará disponível em várias cores diferentes. Assim, temos o clássico preto, juntamente com o laranja, roxo, bordô e bege.

Xiaomi Mi Band 4!

Neste momento ainda não sabemos quais as cores que estarão disponíveis para compra. Eventualmente e numa fase inicial poderá estar apenas disponível em preto com a opção de se adquirir braceleres substituíveis noutras cores.

Olhando atentamente para as renderizações destaca-se logo á partida o ecrã colorido. Ainda não sabemos ao certo, mas os rumores dão conta de uma boa visibilidade, mesmo sob luz solar directa. As imagens também confirmam que a Mi Band 4 terá um sistema de carga diferente. Ou seja, o cabo de carregamento da Mi Band 3 não vai funcionar.

Assim como a versão anterior, a quarta geração Mi Band estará disponível em variantes NFC e não-NFC. Destaca-se ainda o suporte para Bluetooth 5.0.

Entretanto há mais uma novidade interessante.

o CEO da Huami, a marca que pertence ao ecossistema da Xiaomi, lançou uma novidade acerca do processador que vai dar vida ao novo dispositivo. Dito isto, Wang Huang falou do chip Huangshang No.1 que foi produzido em massa. Considerando que logo à seguir falou da Xiaomi Mi Band 4 não há muito para adivinhar pois não?

Xiaomi Mi Band 4 aposta num processador inovador com IA!

O Huangshan No. 1 que é como quem diz um chipset para wearables com inteligência artificial foi lançado no ano passado pela Huami. Este processador é apresentado como mais eficiente que os concorrentes baseados no Cortex M4 da ARM.

Isto é sem dúvida um grande feito para a Xiaomi. Na prática estão a tentar deitar a mão a um processador baseado no RISC-V de código aberto, ao invés de optarem por uma alternativa ARM mais popular.

O timing também é significativo e sinceramente acho que a ARM tem razões para começar a ficar preocupada.

É que ainda há alguns dias, a Qualcomm fez um grande investimento na start-up SiFive que também desenvolve esta mesma arquitetura. Dito isto, parece que as empresas estão à procura de alternativas aos chips Cortex da ARM.

Entretanto, o Huangshan No. 1 (MHS001) é o primeiro processadores para wearables do mundo que suporta a inteligência artificial. De facto, existem quatro núcleos de inteligência artificial. Temos o motor de acompanhamento cardíaco biométrico, ECG, ECG Pro e outro que deteta batimentos fora do normal.

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