No final da semana passada foi lançado em Portugal o jogo Pokémon GO, já disponível na Google Play Store e na App Store da Apple. A Check Point alerta para o perigo associado à obtenção desta aplicação a partir de páginas web externas.

Toda a agitação e entusiasmo à volta do lançamento deste jogo, em que os utilizadores podem capturar as suas criaturas favoritas no mundo real, fez com que muitos não quisessem esperar até à data oficial de lançamento no seu país. Como resultado, foram muitos os utilizadores que procuraram formas alternativas e de duvidosa proveniência para começar a jogar o Pokémon GO. De acordo com informações da Check Point, muitas das versões do jogo que aparecem na Internet contêm o malware Droidjack que permite aos hackers tomar o controlo dos dispositivos móveis infetados. Desta forma, podem acedera os ficheiros guardados, enviar emails, realizar chamadas ou tirar fotografias inclusive com o terminal bloqueado.

Criar uma nova app a partir do popular jogo e publicá-la na Internet é uma tarefa relativamente fácil, não sendo sequer necessário ter conhecimentos de programação. A Check Point publicou no seu canal do Youtube um vídeo que explica como se faz uma versão do jogo infetada com Droidjack, e que mostra o que pode um cibercriminoso fazer quando consegue obter acesso ao smartphone afetado.

A aplicação fraudulenta permite jogar normalmente e, ao ser instalada fora do circuito das lojas oficiais de apps, nem sequer pede privilégios adicionais. A Check Point recomenda aos utilizadores que só descarreguem o Pokémon GO a partir das lojas oficiais Play Store e Google Play. Os mais impacientes que já o tenham obtido por métodos alternativos podem proteger os seus terminais com soluções como Check Point Mobile Threat Prevention, capaz de detetar aplicações infetadas, eliminá-las completamente e proteger a privacidade do utilizador.

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