Como é que os CPUs AMD Ryzen se têm safado ao longo dos anos?

A AMD chegou a uma posição no mercado que muitos pensariam ser impossível há 3 ou 4 anos atrás. Estamos a falar de uma aventura que começou em 2017 com o lançamento dos primeiros processadores Ryzen, produtos baseados na arquitetura Zen e processo de produção de 14nm da GlobalFoundries.

Estamos também a falar de uma gama de processadores que mostrou o muito potencial que a AMD tinha para dar luta à Intel, ao mesmo tempo que trouxeram um aumento muito significativo do número de núcleos de processamento. Tudo isto numa altura em que a rival Intel continuava a apostar nos processadores quad-core, como o i7-7700K. Ou seja, enquanto a Intel apostava em poucos núcleos mas rápidos, a AMD tentou dar a volta com um maior número de núcleos de processamento, apesar de mais lentos.

Dito isto, como é que estes processadores se têm safado com o passar dos anos? Ainda se aguentam com uma placa gráfica RTX 30 ou Radeon RX 6000 em cima? Vamos tentar perceber.



Como é que os processadores AMD Ryzen se têm safado ao longo dos anos?

Portanto, o muito reputado site TechSpot decidiu meter as mãos à obra, e pegar em todas as gerações de processadores Ryzen para perceber afinal como é que as coisas evoluiram nos últimos anos. Será que um consumidor que tenha optado por um Ryzen 1000 ou 2000 há 2 ou 3 anos atrás, ainda está bem servido em 2021? Especialmente se conseguir meter as mãos numa placa gráfica de nova geração.

Portanto, muito resumidamente, os processadores Ryzen foram um passo gigante para a AMD começar a ser competitiva face à Intel. Um primeiro passo que teve depois um seguimento sério no campo da performance com a chegada das arquiteturas Zen+, Zen 2 e Zen 3.

Aliás, caso não saiba, em termos de performance e escalabilidade a médio/longo prazo, a AMD até se safa melhor que a Intel!

Visto que já foi provado que o Ryzen 5 1600X é agora capaz de melhores resultados, relativamente ao Core i5-7600K, que era o seu rival direto da altura (apesar de ser mais caro).

Em suma, um processador como um Ryzen 5 1600X ainda é um chip muito decente em 2021. Claro que o Ryzen 5600X é quase 50% mais rápido com uma RTX 3090 responsável pelos gráficos, mas se meter um Ryzen 1600X com uma placa gráfica mais modesta como uma GTX 1660 Ti ou RX 5600XT, vai perceber que ainda é uma solução muito equilibrada para 2021. (Até porque na verdade, faz muito pouco sentido ter uma RTX 3090 na mesma máquina que um Ryzen 5 1600X.)

Ainda assim, testes com placas RTX 30 ajudam a perceber o quanto a AMD evolui nos últimos anos, e também nos dá uma janela para o futuro, para perceber os ganhos que estão para vir.


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Nuno Miguel Oliveirahttps://www.facebook.com/theGeekDomz/
Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, tive o meu primeiro PC aos 10 anos e aos 15 anos montei a minha primeira torre, desde aí nunca mais parei. Tudo o que seja tecnologia, estou na fila da frente para saber mais.

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