É certo e sabido que o processo de atualização para o Windows 10 não tem sido muito pacifico, muito, segundo alguns relatos, por culpa da Microsoft e de algumas iniciativas que acabam por forçar os utilizadores a realizarem o “apetecido” upgrade.

O mais recente caso que tem como base estas iniciativas “provocadas” pela Microsoft foi agora conhecido e relata, segundo as noticias em torno deste caso, que uma mulher californiana, de nome Teri Goldstein, abriu um processo contra a empresa norte-americana acusando-a de forçar o upgrade para o Windows 10 sem que houvesse autorização da utilizadora.

 

Teri Goldstein alegou que nunca tinha ouvido falar do Windows 10 até que o processo de atualização ter iniciado. O problema maior não parece ter sido o upgrade para o Windows 10 mas sim o facto da instalação ter falhado e de ter tornado o equipamento instável apresentando lentidão e bloqueios depois desta atualização falhada.

Depois de ter entrado em contacto com o apoio técnico da Microsoft, e de não ver o seu problema resolvido, decidiu abrir uma ação judicial contra a empresa revelando que estes problemas lhe causaram perdas no seu negócio no valor de 17 mil dólares.

Em declarações à comunicação social, a Microsoft revelou que chegou a acordo com Teri tendo sido pago 10 mil dólares.

Recorde-se que o Windows 10 está disponível via Windows Update e que o upgrade gratuito para os sistemas Windows 7 e Windows 8 termina dentro de um mês, ou seja, a 29 de julho de 2016.

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