Baterias de telemóveis poderão ter extintores embutidos


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As baterias de iões de lítio são o tipo mais comum de bateria nos nossos smartphones, mas quando pegam fogo não param até o smartphone estar totalmente destruído.

A combustão de baterias é apesar de tudo um evento raro, e na esmagadora maioria dos casos deve-se a danos sofridos pela unidade em causa. O maior perigo quando uma bateria explode é para pessoas e bens, tanto ou mais que para o telemóvel. Os danos podem estender-se a mobiliário, veículos, ou queimar mesmo o utilizador.

As defesas que as baterias actuais possuem são já extensas, mas apenas funcionam verdadeiramente se não houver danos e perfuração.

Agora, investigadores na Universidade de Stanford conseguiram integrar um retardante de chamas em baterias de iões de lítio. O trifenil fosfato é armazenado nas fibras plásticas que separam os eléctrodos numa bateria.

Se esta atingir uma temperatura de 150°C, as fibras derretem-se e o trifenil fosfato é libertado, apagando as chamas.

Como a temperatura limite é elevada, em utilização normal não haverá libertação do químico e a bateria não terá a sua performance comprometida. De futuro será ainda necessário impedir que o sistema seja despoletado pelo carregamento da bateria, mas este parece um excelente caminho para tornar mais seguros os dispositivos electrónicos que cada vez mais são parte do nosso quotidiano.

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