Atualização para o Windows 10 coloca novamente Microsoft nos tribunais


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A Microsoft está novamente a ser levada a tribunal por causa das medidas (abusivas?) que tem praticado para incentivar os seus clientes a atualizarem os seus sistemas para o Windows 10.

Ao longo dos últimos meses existem diversos relatos de utilizadores que recusaram o upgrade e que mesmo assim viram os seus computadores atualizados para o Windows 10.

O primeiro (dos novos) processos que deram entrada num tribunal da Flórida alega que os avisos de atualização para o Windows 10 “violam as leis que regem os anúncios eletrónicos não solicitados”. O mesmo processo afirma que as medidas usadas pela Microsoft vão contra as regras impostas pela Comissão de Comércio Federal acusando a empresa norte americana de usar práticas enganosas e abusivas.

Em junho, em Israel, um novo processo colocou a Microsoft em tribunal onde é alegado que a Microsoft instalou o Windows 10 em computadores sem que tivesse o consentimento dos utilizadores.

Recorde-se que no inicio do ano, uma californiana conseguiu que a Microsoft a indemnizasse em 10 mil dólares após a justiça local ter dado razão à queixosa acusando a empresa norte-americana de ter instalado o sistema operativo sem que tivesse a devida autorização o que levou a diversos danos a nível profissional.

A Microsoft tem tentado passar a mensagem que a atualização para o Windows 10 é uma escolha do utilizador e não uma exigência e prontifica-se a dar todo o tipo de suporte necessário aos utilizadores que tenham problemas neste processo.

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