A Apple recusa-se a meter baterias maiores no iPhone 18 Pro, mas… Está longe de ser a pior na autonomia. Não é engraçado?
Pois bem, quem acompanha o mercado dos smartphones sabe perfeitamente que a Apple sempre teve uma postura muito própria no que toca à autonomia dos seus aparelhos. Ou seja, enquanto as marcas do mundo Android andam numa corrida desenfreada para enfiar baterias gigantescas dentro dos telemóveis, em Cupertino a conversa é outra.
Não me entenda mal. Baterias maior = Bom! Não é isso que está em causa. O assunto aqui é que o lado Android da coisa é muito menos eficiente. Por isso, apesar de parecer estranho ver uma Apple sempre com baterias aquém da concorrência, é inegável que a eficiência do seu produto final é incomparável.
É quase como se fosse uma Apple a “brincar” com a concorrência.
O segredo do chip de 2 nanómetros e a rasteira do A20 Pro?
A Apple, à semelhança da Samsung, não quer de forma alguma adotar as baterias de silício-carbono que podemos ver nas rivais Chinesas. As razões podem ser muitas, mas… A realidade é que a Apple não tem (ainda) essa necessidade.
O grande trunfo da empresa não está no tamanho físico do tanque, mas sim na inteligência do motor. Ou seja, se o controlo que a Apple tem em tudo aquilo que entra no iPhone já é um quase absurdo. Temos ainda de juntar agora a chegada do SoC A20 Pro (2nm). A eficiência energética vai atingir níveis históricos.
De facto, para terem uma noção do poder de otimização da marca, o atual chip A19 Pro já consegue pôr os seus núcleos de eficiência a trabalhar com o dobro do desempenho sem gastar mais um único miliampere de energia do que o modelo anterior. Quando juntares o novo processador de 2nm ao modem C2 5G e às otimizações profundas do futuro iOS 27, o iPhone 18 Pro vai conseguir autonomias recorde com uma bateria que, no papel, parece uma vergonha para os padrões atuais da indústria.
Há exemplos!
Para percebermos o nível desta brincadeira silenciosa, basta olhar para os testes de stress reais, como os do canal PhoneBuff. Atualmente, para um topo de gama Android conseguir bater a autonomia de um iPhone 17 Pro Max (que durou 29 horas e 5 minutos), precisa de recorrer a armas pesadas. O OnePlus 15, por exemplo, consegue durar mais 4 horas, sim, mas para alcançar esse feito precisa de carregar uma bateria monstruosa de 7.300 mAh.
Exigir baterias quase 50% maiores para conseguir superar a autonomia da Apple é no mínimo estranho.
Dito tudo isto, achas que a Apple faz bem em focar-se na eficiência do processador de 2nm ou devia deixar-se de teimosias e enfiar uma bateria de 6.000 mAh no iPhone 18 Pro ao longo de 2026? Deixa a tua opinião nos comentários.





