No ano passado, a Apple quebrou recordes de vendas com a gama iPhone 17. O que muito honestamente é normal. O iPhone 17 base é o melhor de sempre, ao trazer várias características que normalmente estão reservadas para os modelos Pro, e por sua vez, os mais caros modelos Pro mudaram o design exterior de forma significativa.
Sendo exatamente por isso que muitas versões esgotaram apenas horas após a abertura das pré-vendas. Eu próprio tive de optar por um modelo de 512GB, porque o modelo de 256GB desapareceu em meros minutos na Amazon Espanhola.
Agora? Não é bem assim. Todos os modelos estão disponíveis, em todas as cores. (Apenas alguns dos modelos Pro Max parecem estar a desaparecer mais rapidamente).
Apple… As vendas estão a correr bem?

Aqui é preciso dizer que, apesar de Apple não divulgar o número exato de iPhones vendidos nos seus relatórios financeiros trimestrais, é estimado que a gigante Norte-Americana tenha vendido entre 247 e 250 milhões de iPhones a nível global no último ano completo (de Setembro até Setembro). Um número incrível, porque antes disto a Apple estava no recorde de 222 milhões (iPhone 6), e depois desse número, o maior volume de vendas era de “apenas” 159 milhões (iPhone 11).
Por isso, com tanto iPhone 17 vendido, é normal que a procura não seja a mesma em 2026. Mas… Não pode ser só isso!
A realidade é que além do que disse em cima, a geração iPhone 18 é muito pouco diferente face à gama do ano passado. Além disso, é significativamente mais cara. Talvez ainda mais importante, existe o iPhone Duo, que parece ter roubado muitos dos holofotes aos modelos mais poderosos.
Dito tudo isto, se de facto quiseres um iPhone este ano, não me parece que tenhas de andar em filas. O que é bom, e pode até passar a mensagem à indústria que não vale tudo.








