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Alpine A390 chegou a Portugal. É outro nível?

Alpine A390 chegou a Portugal. É outro nível?

Nuno Miguel Oliveira por Nuno Miguel Oliveira
7 de Abril, 2026
em Auto
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Caso não saibas, as encomendas já estão abertas há algumas semanas, e de facto, já tivemos a oportunidade de testar o acabadinho de chegar às nossas fronteiras, Alpine A390. Desta vez, foi na versão GT, mas a versão mais apetrechada GTS também vai chegar cá.

Vale a pena dizer que o preço arranca nos 67.500 euros para a versão GT, enquanto a versão GTS sobe aos 78.000 euros. Ou seja, a Alpine não quer brincar aos elétricos acessíveis. Quer entrar no segmento com um produto sério, cheio de tecnologia, muita potência, e uma proposta que tenta misturar performance com utilização real no dia a dia.

Aqui estamos a falar do segundo modelo 100% elétrico da marca, depois do A290, e talvez do primeiro verdadeiro teste à capacidade da Alpine para fazer algo maior, mais familiar e mais versátil. Ou seja, um carro que verdadeiramente tenta ameaçar o domínio das fabricantes alemãs no lado premium da coisa.

Uma coisa é certa… É diferente!


  • (Hands-On) Alpine A290: Onde a lógica perde para a emoção!

O A390 quer ser um carro de família. Porém, também não quer deixar de ser um Alpine.

Isto é curioso, porque a Alpine afirma que o “velhinho” A110 é um desportivo dentro de um fato. Mas… O A390 passa muito mais essa ideia, porque é aparentemente um carro para o dia a dia, mas depois tem também vários detalhes que o elevam a um nível completamente diferente. Uma ideia que, depois… Tem de passar para a estrada.

Algo natural, porque a Alpine sempre viveu muito agarrada à ideia de leveza, agilidade e prazer de condução puro. Por isso, olhar para um fastback elétrico de cinco lugares, com três motores, tração integral e foco também na vida familiar e profissional, pode parecer estranho ao início.

Mas, no papel, a coisa até faz sentido. A marca promete uma experiência de condução próxima daquilo que sempre tentou entregar, agora com uma fórmula mais larga, mais prática e claramente mais moderna. No fundo, o A390 quer ser o carro que permite à Alpine crescer sem perder a identidade.

Feito em França, com muito ADN europeu pelo meio!

A Alpine faz questão de sublinhar a origem do A390, e percebe-se porquê. O carro é montado em Dieppe, os motores vêm de Cléon, e as baterias são produzidas em Douai, com células fabricadas em França e noutros países europeus. Isto interessa numa altura em que muita gente ainda olha para os elétricos como produtos demasiado globalizados e pouco ligados a uma identidade própria.

Além disso, há aqui um esforço claro para vender o A390 como um produto refinado, com equipamentos mais exclusivos e até um certo toque de luxo francês.

É por isso que temos pneus Michelin desenvolvidos para o modelo, sistema de som Devialet, interior em Alcantara e couro Nappa, bancos mais trabalhados, iluminação ambiente, e um volante inspirado na Fórmula 1. Há claramente vontade de justificar o preço.

A390 GT é a porta de entrada? Sim. O GTS é o modelo mais a sério. Ainda assim, já chega com números muito sérios.

A versão GT é a que abre a gama, o que normalmente passa a ideia de que o poder a sério está no modelo mais caro. Mas, honestamente, já chega com argumentos mais do que suficientes para chamar a atenção. Estamos a falar de 400 cavalos, três motores, tração integral e Alpine Active Torque Vectoring para gerir a distribuição de binário entre as rodas. Tudo isto permite acelerar dos 0 aos 100 km por hora em 4.8 segundos.

Não é, de todo, uma brincadeira.

Entretanto, a autonomia anunciada vai até aos 557 quilómetros WLTP, graças a uma bateria de 89 kWh. E, para quem quer um elétrico capaz de fazer mais do que umas voltinhas pela cidade, isto é importante. Ou seja, a Alpine quer claramente afastar a ideia de que este carro serve apenas para impressionar na ficha técnica ou para viver preso a carregamentos constantes.

Aliás, a presença de bomba de calor e carregador bidirecional de 11 kW de série mostra bem que a marca também pensou no uso real. Há ainda opção de carregador de 22 kW e função V2L, o que permite alimentar outros aparelhos a partir da bateria do carro. É uma função que começa a aparecer mais vezes, mas continua a ter impacto na forma como o carro pode ser usado no dia a dia.

O GTS? São outras paradas!

Se a versão GT parece forte, a GTS quer claramente elevar a conversa. Aqui passamos para 470 cavalos, 824 Nm de binário, tração integral e um arranque dos 0 aos 100 km por hora em 3.9 segundos.

São números muito sérios para um carro deste formato.

A Alpine diz que o desempenho impressiona, mas que continua a ser facilmente controlável graças ao equilíbrio do chassis e à tecnologia implementada no carro.

Além disso, esta versão recebe mais equipamento de série, jantes de 21 polegadas, travões mais sérios, bancos Sabelt em couro Nappa, função de massagem e o sistema de som Devialet mais avançado. Ou seja, a GTS quer ser a versão que junta performance com aquele toque mais premium e mais exclusivo que muita gente espera encontrar acima dos 70 mil euros.

Tecnologia, ecrãs e assistências. É um Renault com esteróides, e ainda bem.

alpine a390: a marca está maior e mostra muita ambição

A Renault subiu a um nível muito interessante ao longo dos últimos anos, especialmente quando se fala de interiores. Mais qualidade nos materiais, mais tecnologias, e claro, Google integrado! É uma das únicas fabricantes a apostar forte e feio no ecossistema Google, o que é inegavelmente uma vantagem face às rivais.

Aqui, temos mais do mesmo, e ainda bem. Vá… Mais do mesmo é injusto. Há grande qualidade nos materiais, e o design é obviamente muito mais Alpine. Estamos dentro de algo extremamente premium.

Mais concretamente, ecrã de 12 polegadas, Google integrado, Alpine Portal, serviços conectados incluídos para os primeiros clientes durante cinco anos, câmara 360, assistência à condução, travagem ativa de emergência, cruise control adaptativo inteligente e muito mais.

No caso da versão GTS, há ainda o sistema Alpine Telemetrics Expert, que basicamente tenta transformar o carro numa espécie de treinador digital. Forças G, distribuição do binário, aceleração, travagem, temperaturas, tempos por volta, tudo disponível para quem quiser explorar melhor aquilo que o carro tem para oferecer.

O preço vai afastar muita gente? Mas isso é o desafio da Alpine.

Convém também dizer isto sem rodeios. O A390 não é um elétrico para toda a gente. Nem quer, ou tem de ser. A versão GT arranca nos 67.500 euros e a GTS passa para os 78.000 euros. São valores altos, mesmo para um mercado onde os elétricos continuam a puxar tudo para cima.

Mas a Alpine não está a tentar ganhar pelo preço.

Está a tentar ganhar pela imagem, pela tecnologia, pela performance e por uma certa ideia de exclusividade. Se isso vai resultar ou não, já é outra conversa. Mas a estratégia está bastante clara.

Nós já o conduzimos!

Já tivemos a oportunidade de conduzir o A390 GT em Portugal, graças a um evento de apresentação nacional. Conclusões? É um elétrico com um bocadinho mais de alma, mais dinâmica, e dentes mais aguçados. Acredito que o GTS vai ser um animal bastante mais selvagem. Mas, para a grande maioria dos condutores, este GT já vai deixar um belo sorriso no rosto.

Algo muito interessante, porque nos dias que correm, o mercado está muito… Aborrecido. As pessoas já não se preocupam com a alma. Com a dinâmica. Mas deviam. Conduzir não tem de ser sempre divertido. Mas, a existir essa hipótese, que seja agarrada com unhas e dentes.

Conclusão

O Alpine A390 já está disponível para encomenda em Portugal, e chega com uma missão muito específica. Provar que a Alpine consegue crescer para segmentos mais familiares e mais tecnológicos sem perder completamente a alma que a tornou especial.

No papel, o carro impressiona. Tem potência a sério, autonomia muito competente, um interior bem recheado, produção europeia e tecnologia suficiente para justificar o estatuto de novo topo elétrico da marca. Falta perceber o mais importante. Como é que tudo isto resulta no mercado português.

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Nuno Miguel Oliveira

Nuno Miguel Oliveira

Desde muito novo que me interessei por computadores e tecnologia no geral, fui sempre aquele membro da família que servia como técnico ou reparador de tudo e alguma coisa (de borla). Agora tenho acesso a tudo o que é novo e incrível neste mundo 'tech'. Valeu a pena!

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