Quando a DIGI chegou a Portugal, em Novembro de 2024, TUDO MUDOU! A NOS, MEO e Vodafone revelaram muitas inseguranças e, além de lançarem sub-marcas low-cost, UZO, WOO e Amigo, também fizeram uma campanha um bocadinho feia nas linhas de retenção, ao denegrir a imagem da mais recente rival.
Mas, ao longo do tempo, a realidade é que o facto de a DIGI ainda não ter a mesma cobertura das 3 grandes fez com que muitos clientes dessem o salto para as marcas low-cost já mencionadas, porque, no final do dia, são preços muito aliciantes, com uma promessa de serviço de qualidade.
O problema aqui é… O serviço não é de qualidade.
A qualidade do serviço das operadoras low-cost é uma vergonha
Portanto, eu já tinha mencionado um pouco este tema no artigo que deixei em cima. Mas as coisas não têm melhorado. Sim, as marcas low-cost da NOS, MEO e Vodafone, UZO, WOO e Amigo, prometem muitos dados, ou até dados ilimitados, com uma velocidade à volta dos 100 Mbps, a um preço que, em 2023 ou 2024, iria parecer algo retirado de uma mentira do dia 1 de Abril.
Mas as promessas falham, e não é pouco. Eu nunca tive tanta dificuldade em ter acesso à rede como tenho agora, e já fui cliente Amigo e WOO.
Se estiverem muitas pessoas num sítio, a rede perde qualidade. Se for para um sítio mais remoto, a rede perde qualidade. Ah… Se espirrar com mais força e o telemóvel estiver por perto, a rede também perde qualidade. É um absurdo.
Na DIGI não é assim.
Ou seja, a DIGI não tem a mesma cobertura, porque ainda não tem o mesmo número de antenas. Da mesma forma que também não tem fibra em todo o lado. Ainda não teve tempo para chegar a todo o lado em Portugal. É um caminho que se faz aos poucos.
Mas a realidade é que, no lado da rede móvel 4G e 5G, as coisas estão muito melhores e, talvez mais importante do que isso, quando tens rede DIGI, tens rede a sério. És uma prioridade. O mesmo não acontece na UZO, WOO e Amigo.
Em 2026, pagar um tarifário de rede móvel ilimitado, como é o meu caso, e não ter rede… É ridículo, mas acontece muito.
Por isso… Sim! Quero ver uma DIGI mais forte e com mais vontade de levar a guerra em frente. Nós precisamos disso em Portugal.







