A Oppo quer revolucionar as selfies com um sensor quadrado de 100 MP. Mas… será que alguém pediu isto?
Pois bem, o mercado dos smartphones topo de gama está num nível de saturação tão grande que as marcas já não sabem o que inventar para tentar convencer o consumidor a trocar de telemóvel. Mas, esta novidade pode fazer a diferença, especialmente depois do Find X9 Ultra ter mudado a forma como se olhar para a fotografia a partir de um smartphone.
Basicamente, a Oppo quer meter um sensor quadrado de 100MP no espaço da câmara frontal.
A OPPO quer fazer uma loucura nas selfies. Pode pegar!

A fuga de informação partilhada na internet revela que este sensor está a ser desenvolvido em parceria com a Samsung.
Trata-se de um chip de 1/2,5 polegadas com uns brutais 100 MP de resolução que adota a proporção 1:1. A lógica teórica por trás desta decisão é dar uma flexibilidade inédita aos criadores de conteúdo e utilizadores comuns.
Ou seja, em vez de teres de rodar o telemóvel ou sofrer cortes agressivos na imagem ao alternar entre uma videochamada em formato horizontal e um vídeo em modo vertical para as redes sociais. O sensor quadrado capta tudo e permite ajustar o enquadramento sem perda de qualidade.
Esta abordagem não é totalmente nova no conceito, uma vez que a Apple já tentou algo semelhante com o sistema Center Stage no iPhone 17 para manter as pessoas focadas nas chamadas. Mas, a marca da maçã ficou-se por um sensor modesto de 24 MP. A Oppo quer levar a coisa ao extremo usando a resolução massiva de 100 MP para garantir que, mesmo aplicando um zoom digital agressivo na imagem recortada, o resultado final continue nítido.
O novo chip Dimensity 9600 de 2nm da MediaTek estreia no Find X10
Para além da loucura dos megapíxeis na câmara frontal, a família Oppo Find X10 vai servir de montra para a estreia do próximo processador topo de gama da MediaTek, o Dimensity 9600. Este vai ser um dos primeiros processadores do ecossistema Android a adotar a litografia de 2 nanómetros. Prometendo níveis de eficiência energética e poder de processamento capazes de rivalizar diretamente com os chips mais caros do mercado em 2026.
Resta saber se todo este músculo técnico vai chegar à Europa (tudo indica que sim), com um preço aceitável (mais complicado).



