Quem trabalha fora de casa, seja em cafés, comboios ou aeroportos, conhece perfeitamente a sensação desconfortável de ter alguém ao lado a tentar espreitar o ecrã. Por vezes nem é por mal, mas uma pessoa ter uma “coisa” brilhante ao lado, é sempre algo que chama a atenção.
Pois bem, a pensar nisso, a Huawei acaba de lançar o novo MateBook Pro S! Um portátil ultraleve de apenas 798 gramas, que traz uma das inovações mais úteis dos últimos anos para quem valoriza a privacidade: um ecrã OLED que bloqueia a visão lateral com um simples clique num botão físico.
No fundo, é a tecnologia que a Samsung implementou no ecrã do Galaxy S26, agora num nível um pouco mais alto. Aliás, a Huawei simplificou a coisa ao máximo e meteu um interruptor físico diretamente no chassis do computador.
Como funciona o ecrã com modo de privacidade integrado?

Portanto, o segredo do ecrã OLED de 14,2 polegadas (com resolução 3.1K) está na sua arquitetura de píxeis duplos. Na prática, o painel tem dois conjuntos independentes de sub-pixels! Assim, um funciona no modo normal com ângulos de visão amplos e cores vibrantes, enquanto o outro limita a saída de luz lateral quando a privacidade é necessária.
Ao dar o toque no botão lateral do portátil, o ecrã escurece imediatamente para quem está sentado ao teu lado, mantendo a imagem 100% nítida e clara para quem está de frente. Para além disso, o computador conta com deteção inteligente por câmara que te avisa caso detete alguém a olhar por cima do teu ombro.
O botão físico que faz toda a diferença no dia a dia!
Adicionar películas de privacidade aos portáteis sempre foi um desastre.
Isto porque estragam a qualidade de imagem, tiram brilho e não se podem desligar quando estás em casa a ver um filme. Assim, ter a possibilidade de alternar entre o modo normal e o modo privado num segundo… Através de um botão físico é um passo enorme em termos de conveniência!
Aliás, tudo indica que esta tecnologia de privacidade a nível de hardware vai tornar-se a nova tendência da indústria, com outros fabricantes a prepararem soluções parecidas para os próximos anos. Resta saber quando é que a concorrência vai perceber que um botão físico é muito mais prático do que andar a inventar atalhos de software.
Achada útil esta tecnologia num portátil ou achas que uma simples película resolve o assunto? Deixa a tua opinião na caixa de comentários em baixo.







