Quando a DIGI chegou a Portugal, no dia 4 de Novembro de 2024, tudo mudou nas telecomunicações no nosso mercado. De repente, vimos melhores preços, mais condições e muito mais cuidado na comunicação com o cliente. Aliás, as três grandes operadoras até apostaram forte em sub-marcas low-cost, UZO, WOO e Amigo, para tentar rivalizar de frente com a DIGI.
Pois, a DIGI viu que a concorrência estava a ter algum sucesso e, como tal, voltou a baixar preços. Sim… Os preços das telecomunicações voltaram a descer em Portugal. Isto nunca aconteceu… NUNCA!
A DIGI viu, riu e voltou a lançar o desafio. Há coragem?
Portanto, caso não andes atento(a) aos preços das sub-marcas low-cost da Vodafone, MEO e NOS, a realidade é que, apesar de um serviço ao cliente muito abaixo das marcas premium, estas operadoras já igualaram os tarifários da DIGI.
Por isso, a DIGI viu, riu e disse… “E que tal eu voltar a repetir a proeza?”. Ou seja, a DIGI decidiu voltar a baixar preços, quase 2 anos após a sua chegada ao nosso mercado. É, muito basicamente, o lançamento de um desafio, mas agora com muitas mais armas do lado da DIGI.
Afinal de contas, a DIGI de 2026 não é a DIGI de 2024.
Sim, a mais recente operadora a atuar em Portugal ainda não tem a mesma cobertura ou força de sinal das suas rivais. Mas está muito melhor agora do que estava há 2 anos. Além disso, as coisas só vão melhorar para a empresa, porque o investimento em fibra ótica e antenas 4G e 5G continua ao mesmo ritmo.
Aliás, as novidades não ficam apenas por aqui. A DIGI também já tem uma suite de aplicações, mais e melhor serviço ao cliente, um serviço de TV cada vez melhor e mais perto daquilo que as outras oferecem, etc.
A DIGI continua a pisar os calos às rivais, provando novamente que é uma ameaça a sério. Agora resta saber se as “3 grandes” vão voltar a baixar preços, ou vão ficar agarradas às margens.







