Há decisões da Apple que, de vez em quando, custam a perceber. Esta é facilmente uma delas. É que, caso não saibas, a cor preta é a que mais vende no mundo dos smartphones. Sem qualquer tipo de comparação possível com outra cor.
Mas, a Apple não quer lançar iPhones pretos. Prefere disponibilizar cores mais joviais e diferentes de tudo o resto. O que é inegavelmente muito interessante, especialmente porque a coisa até resulta bastante bem.
A Apple tem alguma coisa contra a cor preta no iPhone?
Portanto, segundo os mais recentes rumores, a Apple pode voltar a deixar o preto de fora no iPhone 18 Pro. Ou seja, pelo segundo ano seguido, os modelos “Pro” podem chegar ao mercado sem aquela cor escura, discreta e obviamente mais desejada por muita gente que compra um smartphone Pro.
Isto é estranho por várias razões, como dissemos em cima. Mas, de facto, a principal é muito simples. Quem compra um modelo Pro normalmente quer uma imagem mais séria, mais premium, mais sóbria. Quer um equipamento que pareça caro, claro, mas sem precisar de berrar isso aos sete ventos.
Além disso, quer um equipamento que seja fácil de vender quando chegar a altura de dar o salto para um modelo mais recente.
A Apple continua sem perceber o óbvio? Ou é de propósito?
Convém dizer já isto para não haver confusões. Estamos no mundo dos rumores. Nada disto está confirmado. Mas, não duvido que a cor preta esteja completamente riscada. Basta olhar para os atuais iPhone 17 Pro. Azul escuro, laranja e cinza. Correu mal nas vendas? Muito longe disso. Os iPhone 17 Pro e Pro Max são muito provavelmente os smartphones que mais venderam de sempre. É muito fácil encontrar estes aparelhos na rua. Até posso dizer mais. Enquanto vejo 10 iPhone 17 Pro, talvez veja um Android topo de gama. É um completo absurdo.
Ninguém percebe o seu próprio público como a Apple.
O vermelho escuro pode ser bonito e ficar bastante bem nesta posição.
Ao que tudo indica, depois do sucesso do laranja, a Apple quer optar por um vermelho escuro. Uma cor que fica bem, e passa a mensagem premium. Claro que não é preto, mas deverá vender, novamente, que nem pãezinhos quentes.









