Os chips Tensor da Google nunca foram conhecidos por serem “monstros” de performance bruta, o que de facto continua a ser o calcanhar de Aquiles da aposta da Google no mundo dos smartphones. Mas… o Pixel 11 pode estar prestes a levar este conceito a um extremo preocupante.
Ou seja, segundo uma fuga de informação, o novo Tensor G6 poderá utilizar um GPU PowerVR estreado em 2021.
Tensor G6: O regresso ao passado nos gráficos?
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A decisão de incluir um GPU com cinco anos de idade no Pixel 11 é bizarra, mas é o que chegou à Internet.
Mais concretamente, o modelo apontado é o PowerVR CXTP-48-1536, o que pode comprometer seriamente a competitividade face ao Galaxy S26 ou ao iPhone 17/18. Aliás, a performance gráfica já era o ponto fraco do Pixel 10, que em benchmarks registou apenas uma fração da potência de vários rivais críticos. Um problema que… Ainda não foi resolvido, apesar de vários indícios que parte do problema vem do software.
Entretanto, embora o GPU levante dúvidas, o CPU do Tensor G6 promete ser potente. Afinal, teremos uma arquitetura de sete núcleos com o núcleo principal Arm C1 Ultra a atingir os 4,11 GHz. Resta saber se este “músculo” no processamento compensa a falta de fôlego nos gráficos.
Conclusão: Estratégia de risco para a Google?
Se os dados do Mystic Leaks estiverem corretos, a Google continua a focar-se na experiência de IA e software, descurando o hardware gráfico. Para o utilizador comum pode chegar, mas para os entusiastas e gamers, o Pixel 11 poderá ser uma desilusão técnica comparado com o que a Samsung e a Apple oferecem em 2026.
Dito isto, com os aparelhos Pixel cada vez mais perto do preço de um topo de gama tradicional… Há cortes que começam a não fazer grande sentido.




