A autonomia continua a ser a maior dor de cabeça para qualquer utilizador de smartphones nos dias que correm. Efetivamente, a esmagadora maioria dos equipamentos mal consegue sobreviver a um dia inteiro de uso intensivo sem pedir socorro a uma tomada. Por isso, a Xiaomi decidiu declarar guerra a este problema crónico e está a preparar uma autêntica revolução para o mercado dos telemóveis mais acessíveis. De facto, as informações partilhadas por fontes altamente credíveis da indústria indicam que a marca asiática tem três novos modelos da submarca Redmi em desenvolvimento com baterias absolutamente gigantescas. Na prática são telemóveis baratos da Xiaomi com baterias gigantes.
Telemóveis Xiaomi baratos com baterias gigantes: a magia do silício e a velocidade extrema
Antes de mais, o segredo técnico por trás desta enorme capacidade de armazenamento de energia reside na composição inovadora dos componentes. A fabricante planeia utilizar baterias de silício e carbono, que permitem concentrar uns impressionantes 10.000mAh num espaço físico bastante reduzido, mantendo os telemóveis finos e elegantes. Neste sentido, não terás de andar com um autêntico tijolo pesado no bolso para garantires vários dias de navegação ininterrupta.
Como resultado, além da autonomia formidável, todos estes três futuros smartphones vão suportar velocidades de carregamento super-rápido de 100W. Adicionalmente, isto significa que poderás recarregar esta bateria colossal numa questão de minutos, acabando de vez com a ansiedade antes de saíres de casa. Estes dispositivos farão parte das populares famílias Redmi Note e Redmi K, linhas perfeitamente estabelecidas que costumam dominar o segmento de qualidade e preço.
O grande obstáculo da legislação europeia
Existe um detalhe de engenharia que pode complicar a vida a quem deseja deitar as mãos a estas máquinas em território nacional. A Xiaomi tenciona utilizar arquiteturas de célula única nestes equipamentos específicos. Contudo, devido às rigorosas regulamentações europeias focadas na reparação e sustentabilidade tecnológica, a entrada de baterias de célula única no mercado da União Europeia enfrenta atualmente barreiras legislativas massivas.
As fabricantes encontram sempre formas de contornar estes obstáculos e adaptar os produtos. É amplamente conhecido que a série Redmi K costuma ser um exclusivo do mercado chinês, mas os modelos da gama Redmi Note acabam sempre por ser lançados a nível global. Desta forma, muitas destas fantásticas máquinas acabam frequentemente por aterrar em Portugal sob a alçada da famosa marca POCO, através de ligeiras reformulações técnicas para cumprirem todas as normas locais.
Um lançamento para muito breve
Paralelamente, a Redmi já provou recentemente que não brinca em serviço quando o assunto é energia. O recém-anunciado modelo Redmi K90 Max surpreendeu o mercado ao incorporar uma excelente bateria de 8.550mAh. Consequentemente, saltar para a barreira dos 10.000mAh parece ser o passo mais lógico e natural para cimentar a liderança da empresa na gestão de energia móvel.
Em suma, as datas de apresentação oficial ainda estão guardadas a sete chaves, mas o histórico da marca dita os ritmos normais. A linha anterior, a série Redmi Note 15, surgiu em dezembro do ano transato. Portanto, é altamente expectável que a futura geração Redmi Note 16 seja desvendada na reta final deste ano.










