O Pixel 11 ainda nem foi apresentado, coisa que só deverá acontecer lá para agosto se a Google quiser manter a estratégia dos últimos tempos, mas há uma coisa que já começa a dar nas vistas por essa Internet fora.
A gigante da pesquisa parece finalmente pronta para fazer uma das mudanças mais simples e ao mesmo tempo mais necessárias dos últimos anos. Reduzir as margens do ecrã.
Sim, parece ridículo dizer isto em 2026. Mas a realidade é que os Pixel, apesar da qualidade do ecrã OLED, continuavam a chegar ao mercado com margens que já não faziam grande sentido num smartphone desta gama. Agora, ao que tudo indica, isso vai mudar. Não com uma revolução, claro. Mas com um pequeno passo que já devia ter acontecido há muito tempo.
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Finalmente um Pixel com aspeto mais moderno?

O design base vai ser o mesmo, naquilo que parece ser uma Google pronta a adotar uma estratégia similar à da Apple e Samsung. Ou seja, pequenos toques no aspeto dos seus aparelhos de nova geração.
Isto significa que o novo Pixel 11 é um smartphone muito parecido ao Pixel 10, porém com uma frente um pouco mais cuidada e bastante mais aceitável para os tempos que correm. Ou seja, a Google não mudou tudo. Mas mexeu num dos pontos que mais saltavam à vista.
E honestamente, já não era sem tempo. Porque uma coisa é manter identidade visual. Outra completamente diferente é parecer teimoso por teima.
É pouco? É. Mas é importante.
Ao que tudo indica, o Pixel 11 vai continuar com um ecrã de 6.3 polegadas, praticamente as mesmas dimensões gerais, e uma espessura muito semelhante à da geração anterior. Ou seja, não estamos perante um novo smartphone. Estamos perante uma evolução controlada.
Mas mesmo uma pequena redução nas margens muda logo a forma como o aparelho é visto.
Porque no final do dia, o Pixel tinha um problema que começava logo na primeira impressão. Parecia sempre um smartphone muito competente, mas com um design ligeiramente preso ao passado. Se a Google corrigir isso, mesmo que só um bocadinho, já ganha pontos importantes.
Há outra mudança curiosa na traseira
Além das margens mais finas, há também uma pequena alteração no módulo de câmaras. A barra traseira deverá passar a ser toda preta, em vez de continuar a brincar com a cor do corpo do smartphone.
É uma mudança pequena, mas que pode dar um ar mais limpo e mais coeso ao design.
Aliás, é exatamente esse o tipo de detalhe que a Google precisa de acertar. Não para reinventar o Pixel, mas para deixar de parecer que está sempre a fazer o mínimo possível.
Mas continua a faltar ambição…
O Pixel 11 continua a ser apontado como mais um smartphone muito parecido com aquilo que a Google já anda a fazer há várias gerações.
A bateria fica mais ou menos a mesma, a RAM também, e o armazenamento deve continuar a começar nos 128GB. Além disso, o Tensor G6 vai ser mais poderoso sim, mas vai ficar muito aquém daquilo que as rivais oferecem. O preço deve aumentar.
Ou seja, melhora no aspeto, mas continua sem dar o murro na mesa que muita gente espera da Google.
Isto… Pode não chegar.







