O MacBook Neo chegou há pouco mais de duas semanas… e como tal, já existem conclusões bastante claras na Internet. Ou seja, parece que a Apple acertou em cheio, mas não da forma que muitos estavam à espera.
É muito interessante, porque se formos olhar para aquilo que a comunidade está a dizer, há um padrão muito claro. Não é uma revolução. Não há nada de “wow” a nível técnico. Mas… quase toda a gente está surpreendida.
Supera expectativas… mas com calma.
A grande maioria dos utilizadores diz o mesmo. O Neo não só cumpre, como até supera expectativas. Mas aqui é preciso ter em conta que as expectativas eram baixas.
Estamos a falar do portátil mais barato de sempre dentro do ecossistema Apple, que, claro está, conta com algumas limitações óbvias no papel. Ainda assim, no uso real, a experiência parece ser muito mais sólida do que muitos antecipavam.
Sim, ao lado de várias máquinas Windows com preços equivalentes, fica a ideia de que é um portátil mais fraco. Mas aqui entra a retórica de que a Apple controla tudo aquilo que entra dentro dos seus produtos, e isso permite de facto fazer mais com menos.
Aliás, há quem tenha trocado máquinas muito mais caras por este Neo… e não sente falta nenhuma.
Uso real vs especificações?
O hardware é importante, isto é mais do que óbvio. Mas mais importante do que isso é o software que se utiliza no dia a dia. Sim, no papel, o Neo pode parecer limitado, especialmente na RAM ou em alguns detalhes de hardware.
Mas depois, no dia a dia, faz praticamente tudo sem esforço. Navegação, trabalho leve, multimédia… tudo rápido, fluido e sem engasgos. Ou seja, aquilo que interessa à maioria das pessoas.
Aliás, há vários relatos de utilizadores que deixaram de usar MacBooks Pro ou até máquinas Windows mais caras, simplesmente porque o Neo chega perfeitamente para aquilo que fazem, e de facto consegue fazer tudo com muita agilidade e destreza.
Bateria, construção e… ecossistema
A bateria continua a ser um dos grandes destaques. Autonomia longa, temperaturas controladas e um portátil que pode estar horas ao colo sem aquecer.
Depois há o clássico da Apple. Construção sólida, design limpo e integração com o resto do ecossistema. iPhone, iPad, Apple Watch… tudo funciona em conjunto sem esforço.
E isso continua a ser algo que o lado Windows simplesmente não consegue replicar da mesma forma.
Óbvio que nem tudo é perfeito
Claro que há críticas. O teclado divide opiniões. Há quem adore, há quem precise de tempo para se adaptar. Existem também limitações nas portas, alguns pequenos bugs de software e detalhes que mostram que isto não é um portátil premium.
Mas, qual é o portátil barato que não tem problemas?
No fim do dia, é isto que importa!
O MacBook Neo não veio substituir o Pro ou o Air. Nem precisa. Veio ocupar um espaço que estava meio perdido e que precisava de uma boa ensaboadela. Parece que está a correr bem. Muito bem até.










