Sai a DS, entra a Opel, mas a Citroën não mexe! – Fomos à Fórmula E e um português ganhou… Mas, ao mesmo tempo, também houve muitos anúncios e alguma especulação sobre o futuro da prova. Mais concretamente, sobre os intervenientes na competição.
Ou seja, enquanto a DS decidiu dizer adeus à competição, depois de mais de uma década a fazer das suas em pista, a Opel decidiu apostar a partir da próxima temporada, de forma a apanhar a mudança de regras e o início da Gen4.
Mas, além da DS e da Opel a fazerem trocas, a Citroën decidiu manter tudo como está, porque está bom. O que é engraçado no meio de tudo isto? São todas marcas do mesmo grupo (Stellantis).
A Fórmula E continua a crescer… e a Citroën não quer ficar de fora
Depois de já termos falado sobre o impacto real da Fórmula E, há aqui mais um sinal claro. Isto não são só corridas. É desenvolvimento tecnológico a sério! Por isso, a Citroën confirmou que vai manter o seu envolvimento no campeonato quando a competição entrar na era GEN4, prevista para a 13.ª temporada.
Ou seja, estamos a falar de uma nova fase que promete carros mais rápidos, mais eficientes e ainda mais próximos daquilo que vamos ver nas estradas nos próximos anos.
Mas afinal, o que é a GEN4?
Se a GEN3 já foi um salto enorme face à geração anterior, a GEN4 promete levar tudo ainda mais longe.

Mais performance, melhor gestão de energia e maior ligação ao mundo real.
Ou seja, aquilo que vemos em pista começa cada vez mais a influenciar diretamente os carros do dia a dia, e é exatamente isso que a Citroën quer aproveitar.
Ou seja, usar a Fórmula E como laboratório.
Tudo o que é desenvolvido em pista, desde eficiência energética até gestão de baterias, com muito ênfase no software, acaba por ter impacto direto nos carros elétricos que chegam ao mercado. E aqui faz todo o sentido. Se um carro consegue gerir energia em corrida, com stress constante e decisões em milissegundos… imagina o que isso significa no dia a dia.
Conclusão
A Fórmula E está a tornar-se cada vez mais relevante… e as marcas sabem disso.
Depois de vermos um português ganhar e de percebermos melhor como funciona esta competição, fica ainda mais claro.
Isto pode muito bem ser uma mina para as marcas. E para os condutores do futuro.









