A poucas horas do lançamento oficial da nova família Galaxy S26, continuam a surgir detalhes que estão a deixar os fãs da Samsung com sentimentos mistos. De acordo com informações avançadas pelo portal Android Authority, que teve acesso a fugas de informação sobre as etiquetas energéticas da União Europeia, há boas e más notícias no que toca à gestão de energia dos novos topos de gama. Bateria do Galaxy S26 dura mais mas morre mais depressa.
Bateria do Galaxy S26 dura mais em termos de autonomia mas tem menos longevidade
A grande novidade positiva é que todos os modelos da série Galaxy S26 (o modelo base, o Plus e o Ultra) parecem ter alcançado a classificação A em eficiência energética. Isto significa que a Samsung conseguiu otimizar o hardware para que tu tenhas mais autonomia com uma única carga.

Nos testes padrão da UE, os resultados são impressionantes:
- Galaxy S26: 51 horas de autonomia.
- Galaxy S26 Plus: 55 horas de autonomia.
- Galaxy S26 Ultra: 55 horas de autonomia.
No entanto, nem tudo são flores. O mesmo relatório aponta para um retrocesso surpreendente na saúde da bateria a longo prazo. Enquanto a geração Galaxy S25 era anunciada com uma resistência de 2000 ciclos de carga antes de a bateria descer aos 80% de capacidade, os novos Galaxy S26 surgem listados com apenas 1200 ciclos.
O que isto significa para ti na prática?
Se tu és o tipo de utilizador que gosta de manter o telemóvel durante muitos anos (quatro, cinco ou mais), esta redução pode ser preocupante. Embora 1200 ciclos ainda representem vários anos de uso, é uma descida considerável face ao padrão de excelência que a Samsung tinha estabelecido no ano passado.
Deste modo, embora o teu telemóvel dure mais horas fora da tomada hoje, a bateria poderá degradar-se mais depressa ao longo dos anos do que a do modelo anterior.
Resistência e reparabilidade: o cenário mantém-se
Além da bateria, as etiquetas da UE revelam outros detalhes importantes sobre a construção dos aparelhos:
Resistência a quedas: Todos os modelos receberam nota A na resistência a quedas livres repetidas. Portanto, podes ficar um pouco mais descansado se o telemóvel te escorregar da mão.
Reparabilidade: Aqui a notícia é menos positiva. A Samsung mantém uma nota C, o que indica que, se precisares de abrir o dispositivo para uma reparação, o processo continuará a ser complexo e dispendioso.
Certificação IP68: Como esperado, a resistência ao pó e à água (submersão até 3 metros por 30 minutos) continua presente em toda a linha.
Conclusão: um equilíbrio arriscado?
Parece que a Samsung decidiu priorizar a eficiência imediata e a autonomia diária em detrimento da longevidade extrema da célula da bateria. Resta agora esperar pelo evento oficial para perceber se estes números se confirmam ou se existe alguma explicação técnica para esta alteração nas métricas da UE.
Ficaste preocupado com esta descida nos ciclos de vida da bateria? Achas que a maior autonomia diária compensa uma degradação mais rápida ao longo dos anos?







