Violência nos estacionamentos: 5 regras para não te riscarem o carro

Sejamos honestos: conduzir já é um desafio, mas estacionar está a tornar-se um verdadeiro desporto de combate. Com as notícias de conflitos e road rage a aumentar nos parques de estacionamento, a tecnologia dos sensores e câmaras 360º ajuda, mas o que falta mesmo é… etiqueta. Provavelmente já viste vídeos virais de condutores a perderem a cabeça por causa de um lugar vago. E embora não consigas controlar a educação dos outros, podes (e deves) controlar a tua para evitar dramas. Aqui ficam as regras de ouro da etiqueta para evitar a violência nos estacionamentos.

Como evitar a violência nos estacionamentos

1. Quem chega primeiro, serve-se (e nada de “reserva humana”)

Encontrar um lugar num centro comercial ao fim de semana é uma caça ao tesouro. Isto leva a um fenómeno irritante: o condutor que manda o pendura sair a correr para ficar em pé no lugar a guardar terreno.

faça isto para acabar com as amolgadelas nas portas!

Vamos esclarecer isto: lugares de estacionamento são para carros, não para pessoas. Além de ser perigoso (especialmente se alguém estiver a fazer marcha-atrás e não vir a pessoa), é uma falta de respeito tremenda para quem está à espera no carro. Não sejas essa pessoa.

E mais: se vês alguém com o pisca ligado à espera que um carro saia, não tentes ser o chico-esperto que se mete de frente num lugar onde o outro ia entrar de marcha-atrás. Ganhar 10 segundos não vale um para-choques amolgado ou uma discussão aos gritos.

2. O parque não é o Mario Kart: respeita os sentidos

É tentador. Vês um lugar livre no fundo do corredor e a vontade é cortar caminho em contramão. Não faças isso. As setas no chão e os limites de velocidade (geralmente 10 ou 20 km/h) existem por uma razão.

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Num parque, a visibilidade é reduzida. Há carros a sair de lugares, crianças a correr e pessoas distraídas a olhar para o telemóvel à procura do carro. Se andares em contramão ou a abrir, o risco de um acidente aumenta exponencialmente. Segue o fluxo. Demora mais 30 segundos, mas chegas lá inteiro.

3. Não inventes lugares (e respeita os especiais)

É frustrante encontrar um lugar vago e perceber que é para deficientes, grávidas, ou (cada vez mais comum) exclusivo para carregamento de elétricos.

Se não tens o dístico, ou se o teu carro é a combustão, não estaciones lá. São só 5 minutos é a desculpa mais velha do mundo e a que causa mais conflitos. Estás a privar alguém que realmente precisa desse espaço ou de carregar a bateria.

Outra coisa: atenção ao tamanho do teu carro. Assim se tens uma daquelas Pick-ups ou SUVs gigantes que mal cabem nas linhas, certifica-te de que não estás a bloquear a passagem. Se o teu carro fica com a traseira de fora a impedir a circulação, procura um lugar num canto ou numa zona mais ampla.

4. Não sejas uma barreira arquitetónica

Há zonas que parecem lugares, mas não são. Zonas de cargas e descargas, rampas de acesso, ou aquelas áreas riscadas no chão (zebrados).

Ficar parado à espera que a família venha das compras a bloquear a faixa de rodagem (ah, estou no carro, se for preciso desvio-me) é receita para o desastre. Ocorre uma emergência, ou alguém quer sair, e tu estás no meio do caminho. As pessoas devem esperar pelo carro no passeio, e não o carro parar no meio da via à espera das pessoas.

Ah, e subir o passeio com o Jipe só porque ele consegue? Péssima ideia. Estás a bloquear os peões e a convidar alguém a deixar-te uma “recordação” na pintura.

5. Fica dentro das linhas (literalmente)

Parece senso comum, mas a pressa é inimiga da perfeição. Assim quando estacionares, abre a porta e olha para o chão. Estás em cima da linha? Estás torto? Corrige.

Entretanto se estacionares muito encostado à linha, vais bloquear a porta do vizinho. O resultado? Quando ele tentar entrar no carro dele, vai bater com a porta no teu. E adivinha quem fica com a amolgadela? Deixar espaço lateral é uma questão de defesa pessoal do teu automóvel.

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Ana Oliveira
Ana Oliveirahttp://leak
Descobriu a paixão pela tecnologia entre aulas de engenharia e fóruns de gadgets, onde passava horas a debater especificações e novidades. Gosta de explicar tecnologia de forma simples, direta e prática como se estivesse a falar com amigos. É fascinada por tudo o que envolva inovação, privacidade digital e o futuro dos smartphones. Quando não está a escrever, está a testar apps, a trocar de launcher ou a explorar menus escondidos no Android.

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