Galaxy S26 está a chegar mas o destaque vai para o S27 Ultra

A Samsung está prestes a lançar a série Galaxy S26, muito provavelmente na última semana de fevereiro. Mas, mesmo com o lançamento de um dos grandes topos de gama do ano à porta, os rumores sobre a geração seguinte (o S27) já começaram a circular em força. Parece que, depois de algumas gerações em que a Samsung adormeceu um pouco nas atualizações de hardware da câmara, o Galaxy S27 Ultra pode finalmente trazer as melhorias que estavas à espera.

Galaxy S27 Ultra: O novo sensor ISOCELL S5KHP6

Segundo o conhecido leaker Ice Universe, a câmara principal do S27 Ultra vai receber um novo sensor, que deverá chamar-se “ISOCELL S5KHP6”.

Screenshot

Aqui está o que se sabe (e o que se especula) sobre ele:

Resolução: É provável que mantenha os 200 MP, que tem sido a imagem de marca da Samsung nos últimos anos.

Tamanho: O sensor deverá manter o mesmo tamanho do atual HP2 (1/1.3 polegadas). Isto significa que, em termos de tamanho físico, continuará a ser ligeiramente mais pequeno que o sensor de 1 polegada da Sony (LYT-901).

Porquê este sensor? A Samsung terá desistido de usar o sensor da Sony por questões de custo, optando por esta solução caseira.

A grande novidade: Adeus “Rolling Shutter”?

Apesar de manter o mesmo tamanho, o novo sensor deve trazer truques novos. O mais interessante é um rumor de que a Samsung está a trabalhar num mecanismo semelhante ao “global shutter” (obturador global).

A maioria dos telemóveis usa “rolling shutter”, capturando a imagem linha a linha sequencialmente. Isso pode criar distorções se o objeto se mexer muito rápido.

Com a nova tecnologia, a câmara capturaria a cena inteira de uma só vez. O resultado? Fotos de objetos em movimento sem aquela distorção estranha ou artefactos.

Mas afinal o que difere nos dois sensores?

Rolling Shutter (O que temos hoje na maioria dos telemóveis)

Imagina um scanner de escritório ou uma fotocopiadora. A luz passa de uma ponta à outra, certo? O Rolling Shutter funciona de forma parecida, mas muito rápido.

O sensor lê a imagem linha por linha (geralmente de cima para baixo).

Embora seja rapidíssimo, não é instantâneo. Se estiveres a fotografar algo que se mexe muito depressa (como uma ventoinha a girar ou um carro a passar), a posição do objeto muda entre o momento em que o sensor lê a linha de cima e o momento em que lê a linha de baixo.

O Resultado: Cria aquele “efeito gelatina” (jello effect) nos vídeos ou distorções estranhas nas fotos. Por exemplo, as pás de uma hélice ficam curvas ou um taco de golfe parece uma banana.

Global Shutter (O que o S27 Ultra pode trazer)

Aqui, o sensor funciona mais como um “flash” instantâneo.

Todos os milhões de pixéis do sensor são expostos à luz e capturam a informação exatamente ao mesmo tempo.

Não importa o quão rápido o objeto se move; como a captura é simultânea em todo o sensor, o movimento é “congelado” na perfeição.

O Resultado: Zero distorção. As linhas retas mantêm-se retas, mesmo em alta velocidade.

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Bruno Fonseca
Bruno Fonseca
Fundador da Leak, estreou-se no online em 1999 quando criou a CDRW.co.pt. Deu os primeiros passos no mundo da tecnologia com o Spectrum 48K e nunca mais largou os computadores. É viciado em telemóveis, tablets e gadgets.

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