Há fenómenos que só percebemos quando começamos a sair de casa, para olhar o que acontece à nossa volta. Não é que seja extremamente interessante ficar atento aos telemóveis de quem passa por nós na rua, ou quem está ao nosso lado a levantar peso no ginásio. Mas, seja por uma capa diferente, ou porque a pessoa passa o tempo todo a olhar para o smartphone, é sempre muito fácil ver que modelo é.
Dito tudo isto, nos últimos meses, há um detalhe que se tornou impossível de ignorar: a quantidade de iPhones 17 que vejo na rua é simplesmente absurda. Em cafés, no metro, no ginásio, à porta das escolas, em filas de supermercado… é um desfile constante.
Não estou a falar de meia dúzia de unidades. É muita gente mesmo. A Apple está a vender que nem pãezinhos quentes. E isso nota-se.
A quantidade de pessoas que vejo na rua com um iPhone 17 é absurda
Portanto, qual é o porquê deste “surto”? É simples, apesar do facto de os novos iPhone 17 Pro e Pro Max terem evoluído em performance, e de agora até terem direito a 12GB de memória RAM, a realidade é que a quantidade massiva de smartphones vendidos se deve… Ao “status”.
O design mudou, e como tal, serviu como a oportunidade perfeita para dar o salto.
Em suma, basicamente, quem tem o iPhone “novo” é facilmente identificado por qualquer pessoa. Quem tem o velho? Bem… É um pobre sem capacidades de vida.
No fundo, apesar de parecer consumismo puro, porque é… A utilização é basicamente a mesma entre os modelos 15, 16 e 17, acaba por ser algo que faz sentido. A Apple soube criar aquela sensação de “nova geração a sério” que já não víamos desde o iPhone X. Entre o design mais leve, as novas câmaras, o desempenho e a bateria que finalmente está onde devia, a marca conseguiu acertar no combo que convence o público em massa.
Outro ponto relevante é que, mesmo com os preços bastante puxados este ano, a procura não só não abrandou como cresceu. Aliás, a prova está na própria Counterpoint, que já aponta para a Apple terminar o ano como maior fabricante de smartphones do mundo em volume. Não é só sensação de rua… Há números que confirmam isto.
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